sábado, 25 de setembro de 2021

PEC 32 DA REFORMA ADMINISTRATIVA: EDILÁZIO E GASTÃO VIEIRA VOTARAM CONTRA O POVO E OS SERVIDORES PÚBLICOS, UM NA ADMISSIBILIDADE DA PEC E OUTRO NO PARECER DO RELATOR

Após semanas de debates, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira (25), por 39 votos favoráveis e 26 contrários, a admissibilidade da PEC 32/2020, que prevê uma reforma administrativa.

Os parlamentares aprovaram o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC), pela admissibilidade da proposta. Agora, a PEC será analisada por uma comissão especial, dedicada a debater questões de mérito do texto.

Veja como cada deputado votou:

Bia Kicis (PSL-DF) - votou Sim
Carlos Jordy (PSL-RJ) - votou Sim
Caroline de Toni (PSL-SC) - votou Sim
Daniel Freitas (PSL-SC) - votou Sim
Filipe Barros (PSL-PR) - votou Sim
Vitor Hugo (PSL-GO) - votou Sim
Coronel Tadeu (PSL-SP) - votou Sim
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) - votou Não
Hiran Gonçalves (PP-RR) - votou Não
Marcelo Aro (PP-MG) - votou Sim
Margarete Coelho (PP-PI) - votou Sim
Christino Aureo (PP-RJ) - votou Sim
Darci de Matos (PSD-SC) - votou Sim
Edilazio Junior (PSD-MA) - votou Sim
Fábio Trad (PSD-MS) - votou Não
Paulo Magalhães (PSD-BA) - votou Sim
Sérgio Brito (PSD-BA) - votou Sim
Bilac Pinto (DEM-MG) - votou Sim
Geninho Zuliani (DEM-SP) - votou Sim
Kim Kataguiri (DEM-SP) - votou Sim
Leur Lomanto Jr. (DEM-BA) - votou Sim
Juarez Costa (MDB-MT) - votou Não
Márcio Biolchi (MDB-RS) - votou Sim
Marcos A. Sampaio (MDB-PI) - votou Sim
Capitão Augusto (PL-SP) - votou Sim
Giovani Cherini (PL-RS) - votou Sim
Magda Mofatto (PL-GO) - votou Sim
Sergio Toledo (PL-AL) - votou Sim
Lucas Redecker (PSDB-RS) - votou Sim
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) - votou Sim
Samuel Moreira (PSDB-SP) - votou Sim
Shéridan (PSDB-RR) - votou Não
João Campos (REPUBLICANOS-GO) - votou Sim
Lafayette Andrada (REPUBLICANOS-MG) - votou Sim
Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP) - votou Sim
Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS-PE) - votou Sim
Paulo Martins (PSC-PR) - votou Sim
Marcelo Moraes (PTB-RS) - votou Sim
Pompeo de Mattos (PDT-RS) - votou Não
SubtenenteGonzaga (PDT-MG) - votou Não
Dagoberto Nogueira (PDT-MS) - votou Não
Fábio Henrique (PDT-SE) - votou Não
Diego Garcia (PODE-PR) - votou Sim
Léo Moraes (PODE-RO) - votou Não
Genecias Noronha (SOLIDARIEDADE-CE) - votou Sim
Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ) - votou Não
Greyce Elias (AVANTE-MG) - votou Sim
Rubens Bueno (CIDADANIA-PR) - votou Não
Pastor Eurico (PATRIOTA-PE) - votou Sim
Orlando Silva (PCdoB-SP) - votou Não
Capitão Wagner (PROS-CE) - votou Não
Enrico Misasi (PV-SP) - votou Sim
Alencar S. Braga (PT-SP) - votou Não
Gleisi Hoffmann (PT-PR) - votou Não
José Guimarães (PT-CE) - votou Não
Maria do Rosário (PT-RS) - votou Não
Patrus Ananias (PT-MG) - votou Não
Paulo Teixeira (PT-SP) - votou Não
Rui Falcão (PT-SP) - votou Não
Gervásio Maia (PSB-PB) - votou Não
Júlio Delgado (PSB-MG) - votou Não
Ricardo Silva (PSB-SP) - votou Não
Tadeu Alencar (PSB-PE) - votou Não
FernandaMelchionna (PSOL-RS) - votou Não
Gilson Marques (NOVO-SC) - votou Sim


 PARECER DO RELATOR, DEPUTADO ARTHUR MAIA (DEM-BA)
A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute a reforma administrativa (PEC 32/2020 aprovou, nesta quinta-feira, 23, o texto-base da proposta que desmonta os serviços públicos no Brasil. Foram 28 votos a favor e 18 contrários, em uma proporção obtida a muito custo pelo governo e que não demonstra a real proporção de votos projetada no plenário, para onde a PEC segue agora. Todos os quatro deputados do Rio Grande do Sul que são titulares da comissão votaram a favor da PEC de Bolsonaro: Alceu Moreira (MDB), Giovani Cherini (PL), Marcel Van Hattem (Novo) e Marcelo Moraes (PTB).

Para obter os votos necessários na comissão, o governo trocou membros de sua própria base, substituindo parlamentares cujo voto era duvidoso por outros que são entusiastas da PEC. Além disso, criou confusão a partir de repetidas apresentações e retiradas de substitutivos pelo relator, deputado Arthur Maia (DEM-BA). Na comissão, a PEC acabou aprovada mantendo todos os piores ataques construídos no texto ao longo dos últimos meses, como a privatização dos serviços públicos (artigo 37-A), o fim dos concursos públicos e da estabilidade, a redução salarial em até 25%.

Veja abaixo como votaram os deputados e deputadas na comissão:

Votaram SIM
Alceu Moreira (MDB-RS)
Giovani Cherini (PL-RS)
Marcel van Hattem (NOVO-RS)
Marcelo Moraes (PTB-RS)
Coronel Tadeu (PSL-SP)
Carlos Jordy (PSL-RJ)
Luiz Lima (PSL-RJ)
Arthur O. Maia (DEM-BA)
Kim Kataguiri (DEM-SP)
Mauro Lopes (MDB-MG)
Sergio Souza (MDB-PR)
Bosco Costa (PL-SE)
Paulo Ganime (NOVO-RJ)
Lucas Gonzalez (NOVO-MG)
Tiago Mitraud (NOVO-MG)
Ricardo Barros (PP-PR)
Evair de Melo (PP-ES)
Fernando Monteiro (PP-PE)
Darci de Matos (PSD-SC)
Misael Varella (PSD-MG)
Stephanes Junior (PSD-PR)
Aroldo Martins (REPUBLICANOS-PR)
Henrique Paraíso (REPUBLICANOS-SP)
Roberto Alves (REPUBLICANOS-SP)
Samuel Moreira (PSDB-SP)
Euclydes Pettersen (PSC-MG)
Alex Manente (CIDADANIA-SP)
Gastão Vieira (PROS-MA)
Votaram NÃO
André Figueiredo (PDT-CE)
Wolney Queiroz (PDT-PE)
Sebastião Oliveira (AVANTE-PE)
Alcides Rodrigues (PATRIOTA-GO)
Alice Portugal (PCdoB-BA)
Léo Moraes (PODE-RO)
Israel Batista (PV-DF)
Paulo Pereira (SOLIDARIEDADE-SP)
Alencar S. Braga (PT-SP)
Leo de Brito (PT-AC)
Rogério Correia (PT-MG)
Rui Falcão (PT-SP)
Camilo Capiberibe (PSB-AP)
Gervásio Maia (PSB-PB)
Milton Coelho (PSB-PE)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Joenia Wapichana (REDE-RR)
Márcio Labre (PSL-RJ)

No plenário é diferente

No plenário, porém, a relação de forças é diferente, já que, na comissão, o governo mexeu nos membros para buscar maioria. Além disso, enquanto na comissão eram necessários apenas metade dos votos, no plenário o governo precisará de três quintos dos deputados, ou seja, 308.

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