quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

UM PÉSSIMO EXEMPLO : PREFEITO ELEITO DE CODÓ NOMEIA FICHA SUJA PARA SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTE

 O médico José Francisco, prefeito eleito de Codó, antes mesmo de tomar posse, já começou a decepcionar aqueles que lhe deram um voto de confiança. José Francisco prometeu fazer uma administração honesta. Zé Francisco Criticava o atual prefeito de Codó, Francisco Nagib, e também e ex-prefeito Zito Rolim (ambos do PDT) pelas mazelas na administração pública e atos supostamente imorais praticados por eles.

 Ocorre que ante mesmo de tomar posse, Zé Francisco já começou mal e de certa forma demonstrou que não está nem aí pela moralidade na administração pública em seu governo. Ao anunciar a nomeação do ficha suja Expedito Carneiro para a Secretaria Municipal de Esporte, Zé Francisco não só desmoraliza a administração pública como também deixa evidente que não adotará nenhuma política volta ao combate à corrupção em seu governo. 

Expedito Carneiro foi cassado pela Câmara Municipal e não teve sequer a coragem de se defender, ao contrário, se escondia. Resumindo, Expedito praticou ilicitude quando protegido pelo grupo político  liderado por Zito Rolim e pensava que a casa nunca cairia para ele, mas foi só desentender com seus ex-aliados que viu o muro cair para cima dele, tanto que perdeu a presidência da Câmara e posteriormente teve seu mandato cassado pelos seus ex-colegas.

 Expedito está inelegível e não goza do pleno exercício de seus direitos políticos, também não esta habilitado para exercer função pública ou cargo político. Cargo de secretário é um cargo político que se equipara a vereador.

 Portanto, a indicação de Expedito é sem dúvida uma imoralidade na administração pública, tem em visto que algo na administração pode até não ser ilegal, mas é imoral. O Ministério Público deverá intervir na nomeação imoral de Expedito Carneiro ainda em janeiro quando acontecerá.

 O titular deste BLOG já adianta que sem nenhuma dúvida, ajuizará AÇÃO POPULAR em face de Expedito Carneiro e José Francisco Lima Neres, por entender que há lesão ao patrimônio público, nas hipóteses previstas no artigo 5º, inciso LXXIII da Constituição Federal de 1988 e do artigo 1º da Lei da Ação Popular. Lei número 4.717/65

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