sábado, 18 de maio de 2019

Eleitor já tem na cabeça disputa entre Braide e Duarte Júnior em São Luís…

Dados do cenário espontâneo da pesquisa do Instituto Escutec apontam que a população tem o deputado federal e o deputado estadual comunista na primeira lembrança quando o assunto é sucessão do prefeito Edivaldo Júnior

DUARTE JÚNIOR E EDUARDO BRAIDE SÃO OS MAIS LEMBRADOS PELO ELEITOR quando o assunto é a sucessão de São Luís
Um dado significativo da pesquisa do Instituto Escutec sobre a sucessão em São Luís – e que passou despercebido na imprensa – é o levantamento espontâneo, que mede o grau de conhecimento do eleitor sobre cada candidato. 
E por esta pesquisa, o eleitor já tem na cabeça uma disputa clara entre o deputado federal Eduardo Braide (PMN) e o deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB) como principais opções de voto.
Quando perguntado em quem o eleitor votaria se a eleição fosse agora, nada menos que 29% citaram espontaneamente o nome de Braide.
Outros quase 6% citaram Duarte Junior, como opção.
O retrato da pesquisa espontânea – quando o eleitor cita o nome que vier à cabeça, sem nenhuma lista apresentada – reflete exatamente o que se viu no cenário principal da pesquisa estimulada, com Braide à frente, com 48,6% e Duarte Júnior em segundo, com 11,6%.
Para se ter ideia da importância deste dado na construção das candidaturas – faltando ainda 1 ano e meio para a disputa – todos os demais candidatos já postos apareceram com índices na casa de 1% na pesquisa espontânea da Escutec.
Isso significa dizer que, para o eleitor ludovicense, a disputa de 2020 se dará, necessariamente, entre Eduardo Braide e Duarte Júnior.
blog Marco Aurélio D’Eça já havia, inclusive, apontado para esta polarização inicial entre os dois parlamentares em sucessivos posts, antes da divulgação dos números da Escutec, como se pode ver aquiaqui e aqui.
Caberá agora aos atores envolvidos no processo definir se pretendem manter este quadro já definido na cabeça do eleitorado ou se trabalham para buscar novas alternativas.
Afinal, ainda faltam 1 ano e meio para o processo…
Por Marco Aurélio D'Eça.

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