quarta-feira, 25 de julho de 2018

Desemprego cresceu em Codó desde que Nagib assumiu o comando da prefeitura

O mercado de trabalho formal em Codó perdeu 20 vagas em junho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, que foi divulgado na semana passada. O estudo também mostra que 127 postos formais foram fechados somente em 2018 no município.
Os dados divulgados mensalmente pelo Caged mostram que 271 codoenses perderam seus empregos com carteira assinada desde que o jovem Francisco Nagib assumiu a prefeitura de Codó em janeiro de 2017. O número é ainda mais surpreendente se comparado ao deixado pelo seu antecessor, Zito Rolim. O ex-prefeito deixou o comando do município com 98 postos de trabalho criados em 2016.
A destruição de postos de trabalho em nível municipal contrasta com os números registrados em todo o Estado do Maranhão, que teve um saldo positivo de 4.111 empregos criados somente este ano e 2.718 em 2017.
Os dados apresentados pelo Ministério do Trabalho demostram a fragilidade da economia codoense e sinalizam que as demissões têm ocorrido com maior frequência desde que Nagib assumiu a prefeitura de Codó. O jovem prefeito precisa tomar uma atitude urgente ou mais pessoas vão perder seus empregos nos próximos meses.
Confira os dados:
Janeiro/2017: 35 pessoas perderam emprego.
Fevereiro/2017: 03 pessoas perderam emprego.
Março/2017: 41 pessoas perderam emprego.
Abril/2017: 01 pessoa perdeu emprego.
Maio/2017: 73 pessoas perderam emprego.
Junho/2017: 14 pessoas foram empregadas.
Julho/2017: 47 pessoas perderam emprego.
Agosto/2017: 20 pessoas foram empregadas.
Setembro/2017: 41 pessoas perderam emprego.
Outubro/2017: 60 pessoas foram empregadas.
Novembro/2017: 01 pessoa perdeu emprego.
Dezembro/2017: 04 pessoas foram empregadas.
Janeiro/2018: 12 pessoas foram empregadas.
Fevereiro/2018: 45 pessoas perderam emprego.
Março/2018: 128 pessoas perderam emprego.
Abril/2018: 62 pessoas foram empregadas.
Maio/2018: 08 pessoas perderam emprego.
Junho/2018: 20 pessoas perderam emprego.

Fonte Marco silva

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